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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Deus só permite o casamento heterossexual?

17:31:00 Unknown
Estamos vivendo tempos trabalhosos, onde muita gente tem misturado as coisas e pior, tem tentado mudar a palavra de Deus com suas ideologias e ensinamentos diabólicos e um dos maiores problemas da igreja que a igreja tem enfrentado é justamente confrontar aqueles que lutam para manter esses ensinamentos que tem enganado a muitos.
O texto que está em Gn 2-22b é bem claro quando diz: “formou uma mulher, e trouxe –a a Adão” e como já sabemos o casamento é uma instituição divina e como Deus não muda seus princípios nós devemos obedecer ao que está escrito. Portanto o homossexualismo, quer masculino, quer feminino, é uma abominação aos olhos do Criador.

O padrão bíblico para o casamento é:



União monossomática (mono= um) + ( soma= corpo).  Deus tinha em mente fazer um casal que seria apenas um, apesar da grande diferença entre os dois “ e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”. (Gn 2.24c)

União indissolúvel. “e apegar-se-á à sua mulher” (Gn 2-24b). A expressão “apegar-se” no hebraico dãbaq significa: “apegar-se, grudar-se, esconder-se”. Isso reflete que o objetivo de Deus é que a pessoa seja única a outra. O casamento só pode ser dissolvido em três circunstâncias:morte, infidelidade e abandono. No caso de traição conjugal, se houver perdão de ambas as partes, este não deve ser ignorado.



União monogâmico (mono=um) + (gamos= casamento). Monogamia é o sistema de constituição familiar pelo qual o homem tem uma só mulher e a mulher um só marido. O apóstolo Paulo foi enfático quanto ao casamento monógamos em 1 Co 7.2 que diz: “cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido”.



Diante de tudo que observamos nessa postagem concluímos que Deus estabeleceu somente o casamento entre sexos diferentes, essa nova invenção não é de Deus, portanto não tem a benção do Deus poderoso, se você que leu esse post está vivendo fora nesses padrões bíblicos, quero dizer que ainda da tempo de concertar tudo e viver conforme a palavra de Deus.




Por Rinaldo Ribeiro


Geração Jovem.com
Fonte: LOPES, Hernandes Dias. Casamento, divórcio e novo casamento. 

sábado, 26 de agosto de 2017

10 maneiras de destruir um casamento.

Como um casal através do abuso do poder pode destruir o casamento.Pr. Josué Gonçalves


     1.Solicitar e exigir o centro das atenções.
Uma pessoa que só pensa em si mesmo está sendo governada pelo orgulho. Esse é o veneno que mata qualquer relacionamento. 
     2.Manipular, mandar e castigar.
A manipulação através da repreensão, desprezo, críticas, acusações e regularizações destrói o vínculo conjugal.
    3.Negar intimidade.
O cônjuge que deseja o poder muitas vezes irá criar e manter a distância do parceiro. O medo de perder o "controle" não permite intimidade. Esse tipo de abuso pode levar o parceiro ignorado a procurar calor, aceitação e amizade em outros lugares.
     4. Apenas receber
"O que eu ganho com isso?" é a pergunta na mente desse cônjuge. Algumas vezes o "recebedor" fará uso do charme, inteligência, persuasão, desaprovação ou desprazer para conseguir o que quer dos outros. A tendência de usar o cônjuge com fins egoístas, não colaborando e tentando manipulá-lo, pode destruir a auto-estima da pessoa que está sendo vítima deste abuso.
Se um cônjuge precisa sempre receber, o outro tem de se mostrar sempre liberal.
    5.Buscando o controle - o (a) controlador (a).
Os que temem que a vida possa controlá-los, no geral, viram a mesa a fim de certificar-se de que controlam os outros. O "controlador" se torna mestre em ocultar do cônjuge os seus sentimentos, intelectualizando as situações, a fim de evitar mostrar emoção. Este cônjuge priva o relacionamento da espontaneidade, no esforço de manter sua imagem de parceiro que mantém o controle.
    6. Apresentando uma imagem de retidão - o cônjuge fariseu.
Infelizmente, muitos cônjuges pensam que sua bondade lhes trará realização, alegria, paz e felicidade na relação conjugal. Esta é a razão de se sentirem compelidos a apontar as fraquezas de outros. A briga neste tipo de relacionamento é caracterizada por um egoísmo que considera apenas os seus sentimentos e opiniões pessoais. O parceiro então desanima. Em razão de nunca ser suficientemente bom, o cônjuge abusado começa a assumir o papel de "mau" no relacionamento.
     7. Mostrar-se superior.
A prioridade aqui é ser melhor que os outros. Esta atitude, lamentavelmente, se reflete com mais freqüência nos cristãos. Na realidade, o cônjuge "superior" muitas vezes se sente inadequado ou não se acha a altura do parceiro. O abusador, então, compensa o seu sentimento esforçando-se para ser mais competente, eficiente, reconhecido e útil ao outro.
O parceiro oprimido, em conseqüência, se fecha, no que diz respeito a correr riscos e compartilhar no casamento, temendo que suas palavras sejam interpretadas de maneira diferente da pretendida. Torna-se submisso, controlado, manipulado e cauteloso, procurando a todo custo evitar ferir a sensibilidade do cônjuge "superior".
    8. Buscando vingança.
Quando o cônjuge se sente desarmado e traído, sem esperança de vir a ser aceito, quase sempre busca vingar-se. O parceiro desanimado pode começar a ferir seu cônjuge verbalmente ou fisicamente, a fim de ficar quites.
Acredite, algumas pessoas mantém registros em sua mente sobre relacionamento conjugal. A vingança se torna, portanto, uma obsessão, deixando o outro cônjuge numa posição decididamente desvantajosa.
     9. Esperando demais.
Quando as coisas não vão bem no casamento, a ameaça de rejeição pode provocar desânimo no cônjuge vitimado. Esta tática de poder espera continuamente que o parceiro seja "mais e mais" e faça "mais e mais" para manter feliz o dominador. O parceiro mais fraco começa a compreender que, por mais que se esforce, jamais alcançará os padrões estabelecidos pelo "mais forte". Expectativas irreais podem intimidá-lo a ponto de fazê-lo sentir-se incapaz de vir a ser aceito um dia.
10. Reter afirmação e conhecimento.
Quando deixamos de reconhecer o progresso e de apoiar a quem mais amamos, privamos o nosso parceiro da motivação que necessita para manter-se no caminho da excelência. Pegar na mão do cônjuge ou dar-lhe um abraço amável e amoroso irá operar maravilhas e ajudá-lo a melhorar cada vez mais. A espontaneidade de um beijo no rosto ou de um abraço apaixonado pode produzir o melhor dos efeitos e afirmar mais do que podemos imaginar em nosso casamento.
1 Bibliografia: Richard W. Dortck - Orgulho fatal - Editora CPAD.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Como evitar que o seu casamento termine.

16:18:00 Unknown

O casamento é como a casa, o carro ou o nosso corpo, para se manter saudável, precisa de manutenção. Vejamos as 44 regrinhas básicas listadas pela escritora Cibele Dorsa para manter a saúde do seu casamento:
1. As visitas na casa dos sogros não devem ser uma obrigação, exceto nas datas importantes como dia dos pais, das mães, aniversários e natais.
2. Ficam permitidas saídas, uma vez por semana, com amigos do mesmo sexo, desde que em locais e horários apropriados.
3. Ele pode comprar o que gosta e ela também, desde que seja de comum acordo e com equilíbrio.
4. Os dois devem fazer um acordo para não levar mágoas para a cama. Jogando o lixo no lixo. Mágoa é lixo emocional.
5. As partes se comprometem em não mentir um para o outro, mesmo que a verdade seja difícil.
6. Deverão ser amigos acima de tudo e nunca falar mal um do outro.
7. Devem se elogiar sempre que o momento permitir.
8. Os dois devem praticar alguma modalidade esportiva, mesmo que separadamente.
9. Muita conversa sempre - silêncio em exagero leva à distância.
10. Acontecimentos favoráveis, para qualquer das partes, devem ser comemorados com um jantar a dois, mesmo que em casa.
11. As questões financeiras devem ser tratadas em horário específico, ficando banidas dos momentos de lazer.
12. Os filhos não devem dormir na cama do casal.
13. Ela não deve dizer não ao sexo, nem mesmo quando estiver com dor de cabeça: sexo relaxa e é analgésico.
14. Ele não deve negar sexo quando ela se insinua para ele, mesmo cansado. Vale usar a criatividade.
15. Ela não precisa pedir sexo com palavras.
16. Os beijos devem ser de língua, beijo técnico nem pensar.
17. Os desejos sexuais devem ser explorados sempre, mesmo que se modifiquem com o passar do tempo.
18. O sexo deve acontecer pelo menos três vezes por semana, e os dois devem usar a criatividade.
19. Um não deve ver o outro naqueles momentos no banheiro que não interessam a mais ninguém.
20. Ela não precisa gostar de futebol e nem torcer pelo time dele, mas deve ser sábia participando.
21. Os dois se comprometem a fazer o possível para viajar no mínimo duas vezes por ano, sendo que, em uma das vezes, sem os filhos.
22. Ela não deve relaxar exageradamente na forma de se vestir em casa.
23. Ele não deve se vestir de forma relaxada em casa.
24. Os dois devem brincar com os filhos juntos, sempre que possível.
25. Gritos devem ser banidos, mas caso aconteçam devem ser respondidos com sussurros ou ignorados.
26. Os dois se comprometem a manter a forma, de maneira saudável e equilibrada.
27. Jamais devem criticar um ao outro publicamente.
28. O casal deve diversificar o uso dos perfumes - pelo menos três fragrâncias diferentes cada um.
29. Não devem usar a abstinência como castigo e sim conversar sempre.
30. Ela não deve ficar muito íntima dos amigos dele e vice-versa.
31. Evite reclamar daquilo que antes você não reclamava, a menos que seja algo negativo que sempre incomodou.
32. Troque a crítica pela sugestão.
33. Não deixe a familiaridade acabar com a elegância.
34. O bom humor é óleo que lubrifica todas as engrenagens do relacionamento. Conserve o senso de humor.
35.  Os programas devem ser escolhidos em comum acordo ou alternadamente.
36. As reuniões na escola dos filhos podem ser divididas.
37. Mesmo com opiniões divergentes, evitem discussões na frente de qualquer pessoa.
38. Debates de ideias são ótimos, desde que só entre vocês e educadamente, respeitando os diferentes pontos de vista.
39. Receba bem os amigos do cônjuge.
40. Quando ela estiver de TPM, fica obrigada a comunicá-lo, e ele, a ser condescendente ou manter a distância necessária.
41. Algumas tarefas podem ser divididas de acordo com a habilidade de cada um, exemplo: eu cozinho e você lava a louça.
42. Ele deve pensar nela antes de agir.
43. Ela deve pensar nele antes de agir.
44. Comprometem-se em fazer tudo o que for possível para ver o outro e a si mesmo felizes.

Fonte -Amo Família

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Líderes do Ministério de Namorados alerta sobre consequências do sexo antes do casamento.

17:41:00 Unknown
“A desobediência à Palavra de Deus gera uma série de consequências ruins”, destaca Priscila e Richarde Guerra
De acordo com o grupo Christian Mingle, site de relacionamento direcionado para cristãos, mais da metade dos solteiros cristãos americanos fazem sexo antes do casamento. Esse dado foi coletado a partir de uma pesquisa realizada com aproximadamente três mil solteiros com idades entre 18 e 59 anos. Vários assuntos relacionados a casamento, namoro e encontro foram abordados durante a entrevista.
RelacionamentoUma das perguntas feitas pela pesquisa foi: você terá relações sexuais antes do casamento? 5% das pessoas disseram que sim; porém, se o relacionamento for sério; 13% declararam que não e vão esperar pelo matrimônio; 19% afirmaram que só terão se estiverem apaixonadas; e 63% responderam que sim.
Por meio da pesquisa, pode-se também verificar que os homens estão mais propensos a não seguir os ensinamentos da Palavra da Deus. No entanto, o percentual de diferença em relação às mulheres é pequeno, sendo eles 69% e elas 57%.
Outro fator que influencia nessa questão é a idade. 58% dos jovens entre 18 e 24 anos não querem esperar o casamento para fazer sexo. Já em relação às pessoas entre 45 e 54 anos, esse percentual sobe para 68%.
De acordo com o casal de pastores da Mocidade da Igreja Batista da Lagoinha, Priscila e Richarde Guerra, esses dados revelam uma quebra do princípio da Palavra de Deus. “As Escrituras Sagradas nos ensina que primeiro o homem deixará o pai e a mãe, sairá de casa, tornará uma pessoa responsável por si, adulta. Depois, ele unirá à sua mulher, formarão uma nova casa (casamento = família). E por fim, o homem se tornará uma só carne com ela. No entanto, muitos têm feito exatamente o contrário: uma só carne primeiro”, destacou.
Ainda, segundo o casal, a desobediência a esse princípio estabelecido por Deus gera uma série de consequências ruins:
Relacionamento1) Inseguranças e ciúmes: “Quando não obedecemos a Deus isso gera em nós insegurança, pensamentos surgem naturalmente como fruto da precipitação sexual: ‘Ele já teve relações sexuais comigo, pode fazer isso com outra pessoa, não precisa mais casar, já tem a melhor parte, não vai me valorizar como antes, pois foi fácil’. A fim de atenuar esse sentimento buscamos cercar a pessoa e impedir que coloque tais ideias em prática, nos tornamos possessivos, controladores e ciumentos”.
2) Ligações de alma traumatizantes: “O ato sexual é uma aliança de sangue. Isso tem implicações no mundo espiritual, quem o pratica se liga emocionalmente de uma forma muito profunda a outra pessoa. Quando o rompimento dessa relação acontece, ocorre uma ruptura dessa ligação, dessa aliança de forma que as emoções e sentimentos passam a ficar fragmentados, pois parte de cada um que participou da relação passam a pertencer à outra pessoa”.
Culpa3) Sentimento de culpa: “A Bíblia fala claramente que o Espírito Santo nos convence do pecado. Esse convencimento se de imediato ou processual depende muito de como cada um de nós recebe a informação. Mas a sensação de que se fez algo errado é inevitável. O peso do pecado dura mais longamente que o prazer do mesmo. Quando não confessamos sinceramente o pecado nos tornamos escravos desse sentimento”.
4) Autodepreciação: “É natural que a pessoa que passa por todos os sentimentos que acabamos de citar e não encara uma cura e restauração, passará a não se valorizar e com isso se submete a situações cada vez piores na área sexual. Isso quer dizer que a pessoa vai caindo de critério e conceito e se destruindo aos poucos até que fica totalmente sem personalidade ou razão de viver”.
gravidez5) Banalização do amor: “Em nossos dias é muito comum ouvir em filmes e novelas uma pessoa chamando a outra para fazer sexo dizendo: ‘Vamos fazer amor?’. Existe uma confusão muito grande entre amor e sexo, que até já se tornou temas de músicas e livros. Quando a pessoa acha que os dois significam o mesmo acaba colocando o amor no segundo escalão das emoções”.
6) Gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissíveis: “A Bíblia fala que os filhos são herança, são bênçãos, mas fora do casamento e com pessoas muito novas geram uma drástica e traumática mudança de rotina, que na maior parte, pela pouca idade, ainda não estão preparados para encarar. Outro problema é o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, sífilis, herpes, que são mais comuns em pessoas que têm relações sexuais descriteriosas e com vários parceiros. Muitas dessas doenças não têm cura e podem tornar a vida do doente um tormento, e causar até a morte, geralmente sofrida”, orientou.
Fotos: Internet
:: Cristiane Soares
Lagoinha.com

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Casamento e sexo

12:10:00 Unknown


Um dos assuntos que mais desperta interesse em nosso trabalho com casais é, sem dúvida, a questão do sexo e da própria sexualidade no contexto do casamento cristão.


Algumas considerações são importantes para os casais crentes desfrutarem o melhor do relacionamento sexual.

Saiba que sexo e sexualidade são coisas distintas
Muitas pessoas pensam que sexo e sexualidade são as mesmas coisas. Errado. A sexualidade está presente desde o nascimento e nos acompanha até a velhice. Já as relações sexuais, de acordo com a Bíblia, devem acontecer no contexto do casamento. Viver bem a sua própria sexualidade (gosta de si mesmo, do corpo, de ser homem ou mulher) é meio caminho andado para uma satisfatória vida sexual.

Entre quatro paredes, tudo é permitido?
Não. Tudo é permitido quando não fere os princípios bíblicos da sexualidade conjugal. Por exemplo, pornografia, atitudes egoísticas e práticas abusivas e humilhantes não devem fazer parte da experiência sexual do casal cristão.

Leia livros
Existem excelentes livros sobre sexualidade cristã que deveriam ser lidos por todos os casais cristãos. Citamos três deles: O ato conjugal (Editora Betânia), Sexo e sexualidade e Dinheiro, sexo e poder (Editora Mundo Cristão). Livros ajudam nas dúvidas, no conhecimento dos aparelhos reprodutores masculinos e femininos, na psicologia masculina e feminina.

Não separe sexo e espiritualidade
Um dos maiores erros que um casal cristão pode cometer é separar estes dois temas no casamento. Certa vez ouvi de um casal confessando que quando tinha relação sexual com sua esposa a impressão que ficava é que Deus se retirava do quarto. Deus criou o sexo, homem e mulher, e deseja que os cônjuges desfrutem todo o prazer que o sexo pode oferecer. Agradeça e peça a bênção de Deus para esta área do casamento.

Saia da rotina
Um dos assassinos da vida sexual do casal é a monotonia. É possível planejar e executar relações sexuais diferentes, criativas de forma aceitável e que não maculem a vida sexual do casal.

Entenda que as relações sexuais são dinâmicas
No casamento as relações sexuais são diferentes. Uma relação nunca é igual a anterior. Um dia a relação pode ser um pouco mais "quente", noutro não.

Não restrinja sexo a "penis e vagina"
Restringir sexo a estes dois órgãos é diminuir toda sua amplitude e beleza. Beijar, andar de mãos dadas, trocar palavras de carinho fazer parte da vida sexual de um casal.

Conversem sobre sexo
Conversem sobre ritmos, freqüência, intensidade, toques que dão prazer, atitudes que não agradam, posições e tantos outros temas ligados à vida sexual. Um cônjuge não é obrigado conhecer os pensamentos e sentimentos do outro.

Se esforce para melhorar a vida sexual
Tentar melhorar a vida sexual no casamento é tão sagrado quanto estudar a Bíblia e orar. Se há algum problema de ordem emocional ou física, procure conversar com o cônjuge. Caso a conversa não seja suficiente, procure ajuda de terceiros, por exemplo, conselheiro cristão, psicólogo, sexólogo ou um médico.

 Autor(a): Gilson Bifano
Amo Família