A nudez é muito explorada pela mídia, por causa do mecanismo do prazer masculino, através da visão.
Apesar da mulher não ser ativada sexualmente por este sentido, a pornografia exibe padrões de perfeição que são almejados por qualquer mulher.
Já mencionamos que as pesquisas mostram que a mulher coloca como prioridade na busca por um parceiro a inteligência, mas os padrões de perfeição para o corpo masculino, estão moldando os conceitos sexuais femininos; seja o desejo despertado pela visão ou a vaidade de ter um corpo perfeito para explorar sexualmente, é a satisfação sexual que a pornografia oferece.
Alguns podem raciocinar que Deus criou os corpos de homem e mulher tão atraentes! Correto! E se foram criados assim podemos apreciar-los através da pornografia! Errado!
Não podemos negar as alterações que alcançaram a mente do homem, com a entrada do pecado. A grande prova disto é o fato de que a primeira reação provocada na mente do homem tenha sido a vergonha pela nudez (Gênesis 3:7).
Há mecanismos na mente do homem que levam a estados patológicos e desvios sexuais provocados pela pornografia. Por isso existem leis que impedem que as revistas pornográficas sejam veiculadas livremente, os filmes pornográficos são controlados e as propagandas na TV são monitoradas pela censura. Sabemos que existem falhas no controle da pornografia, mas são leis que tentam minorar o mal que ela causa.
Crianças que são expostas muito cedo ao sexo pornográfico mostram mudanças de comportamento sexual, bloqueios e por vezes frigidez (falta do desejo sexual).
A masturbação é incentivada no período da adolescência pela pornografia, e pode gerar um comportamento anormal futuro ou dificuldades de adaptação ao sexo. Já relatamos casos de pacientes que não conseguiam o prazer sexual da relação por penetração, por seus cérebro ter priorizado essa via de prazer da masturbação.
Os jovens são fortemente atraídos pela pornografia pois é uma fase de descobertas, e não há mecanismo mais prazeroso para o homem do que descobrir a nudez feminina! O hábito de olhar o corpo de várias mulheres se torna então estimulante e pode se tornar um vício.
As drogas do prazer sexual são despejadas no cérebro do homem e o prelúdio sexual é iniciado, embora esteja só! Um rapaz pode saber como é sua iniciação sexual, apenas olhando para as revistas; a masturbação se encarrega de oferecer o final da experiência, através do orgasmo.
Mas é justamente no que acontece entre as duas fases que irá determinar os problemas futuros. Períodos prolongados de masturbação exclusiva, podem ensinar ao cérebro que aquela é a única forma de prazer – olhar e auto estimular – e assim as trilhas para o orgasmo são traçadas e priorizadas.
O voyerismo é um desvio sexual, provocado por esse mecanismo, onde a pessoa foi estimulada ao prazer por exclusivamente olhar e se auto-estimular. A pornografia é a grande incentivadora desse desvio sexual.
Pessoalmente conheci um jovem que através da pornografia, se manteve por anos no prazer da masturbação. Após uma palestra ele veio confidenciar que estava com o casamento em perigo, pois não conseguia oferecer prazer a sua jovem esposa, pois a masturbação era a única forma que ele conseguia obter prazer sexual.
Esse tipo de comportamento sexual precisa de acompanhamento de terapeutas (psicólogos), mas a primeira coisa a fazer é eliminar a pornografia e hábitos associados.
E a pornografia para casados? Afinal a pessoa casada já possui a sua vida sexual ativa.
Relatos de casos clínicos ou aconselhamento conjugal, trazem experiências de casais que se envolveram com a pornografia para estimular sua relação sexual, e o resultado é sempre problemático.
O primeiro grande problema ocorre de forma subconsciente, que é a desvalorização do corpo do parceiro; os padrões de beleza que a pornografia usa são ilusórios, e progressivamente o homem e a mulher vão reconhecendo que seu parceiro não é tão atraente.
A própria necessidade de um vídeo ou revistas para ocorrer o estímulo sexual já evidencia uma anormalidade psíquica no comportamento sexual. Seu parceiro deve ser estimulante a você por razões sentimentais; o sexo é o fator que sela uma relação conjugal.
Se nossos sentimentos sexuais estão vinculados ao ator do filme pornográfico, o que podemos esperar dessa relação conjugal?
Acompanhei o casamento de uma jovem senhora por 10 anos; as revistas e filmes pornográficos eram usados em sua relação sexual. Na sua insegurança para manter o marido, ela própria comprava as revistas pornográficas. O marido acabou por abandona-la sozinha com os filhos; o que parecia uma relação conjugal sólida e feliz foi minada por mecanismos que desvincularam as afeições de seu parceiro dela mesma.
É obvio que um casamento não termina somente por causa das revistas pornográficas; mas quando os problemas surgem, e um relacionamento furtivo aparece, somente a solidez dos sentimentos pode impedir a separação.
Já mencionamos que existem situações que preparam a mente de uma pessoa para o adultério. A pornografia é uma dessas experiências que fortalecem sentimentos e desejos que irão se manifestar através do pecado.
Outro relato extraído da literatura de aconselhamento para casais é o caso de um homem que usava a pornografia em vídeos; apesar de sua esposa não aceitar o fato, ela permanecia ao seu lado enquanto assistiam os filmes.
Com o tempo aquele homem não se interessava apenas na pornografia, e passou a assistir vídeos de relações sexuais lésbicas! Sua esposa começou a se interessar por esse tipo de relação sexual, e o abandonou para ficar com sua amiga confidente!
Quero destacar o que aconteceu na mente daquele homem e na mente daquela mulher. O homem foi estimulado por situações sexuais virtuais, onde a relação com sua esposa não mais lhe oferecia prazer; sua estimulação foi crescente até a ponto de optar por assistir relações lésbicas.
Nosso cérebro pode ser estimulado a pontos que desconhecemos; os estímulos sexuais podem ser feitos de tal forma que o prazer sexual normal de uma relação entre homem e mulher, sejam banalizados e a ilusão virtual seja a opção de prazer.
A mulher também foi afetada por aquelas cenas de pornografia lésbica, e sua atenção foi chamada pelo tipo de relação sexual; não sabemos detalhes da história, mas as informações, a estimulação sexual e o mecanismo do prazer que a pornografia oferece, pode alterar nossas opções sexuais.
Ultimamente a pornografia trouxe a relação sexual virtual; as pessoas se estimulam ao digitar textos picantes e íntimos e se auto-estimulam através da masturbação. Nosso mecanismo sexual estimulado pela visão é tão perfeito, que até textos digitados conduzem a uma excitação! As palavras lidas seguem o mesmo caminho para o cérebro e hipotálamo, desencadeando a produção do coquetel de drogas para o sexo.
Percebemos como as sutis novidades deste século se apresentam de forma eficaz; os que se envolvem com esse tipo de contato virtual afirmam que são jogos de prazer ou brincadeiras virtuais, e que não há como consumar tais coisas!
A excitação que se alcança em tais situações é a maior prova de como somos alterados. As mudanças se tornam mais graves pela conceituação que é feita em nosso cérebro, muito semelhante aos vírus de computador que invadem o sistema operacional. Imaginem se os vírus do computador veiculassem as DST também! Teríamos uma epidemia mundial de doenças que só na idade média ocorreu.
Alem de ser algo totalmente impessoal, é mais um mecanismo doentio de se obter prazer! Novamente é a motivação da promiscuidade em ter muitas pessoas para o contato sexual (embora virtualmente). As web-cam irão acelerar a popularidade desse tipo de relação sexual, pois as pessoas poderão se ver e dialogar.
Será uma pornografia muito pessoal, pois as pessoas poderão exibir sua própria nudez.
Já mencionamos que as pesquisas mostram que a mulher coloca como prioridade na busca por um parceiro a inteligência, mas os padrões de perfeição para o corpo masculino, estão moldando os conceitos sexuais femininos; seja o desejo despertado pela visão ou a vaidade de ter um corpo perfeito para explorar sexualmente, é a satisfação sexual que a pornografia oferece.
Alguns podem raciocinar que Deus criou os corpos de homem e mulher tão atraentes! Correto! E se foram criados assim podemos apreciar-los através da pornografia! Errado!
Não podemos negar as alterações que alcançaram a mente do homem, com a entrada do pecado. A grande prova disto é o fato de que a primeira reação provocada na mente do homem tenha sido a vergonha pela nudez (Gênesis 3:7).
Há mecanismos na mente do homem que levam a estados patológicos e desvios sexuais provocados pela pornografia. Por isso existem leis que impedem que as revistas pornográficas sejam veiculadas livremente, os filmes pornográficos são controlados e as propagandas na TV são monitoradas pela censura. Sabemos que existem falhas no controle da pornografia, mas são leis que tentam minorar o mal que ela causa.
Crianças que são expostas muito cedo ao sexo pornográfico mostram mudanças de comportamento sexual, bloqueios e por vezes frigidez (falta do desejo sexual).
A masturbação é incentivada no período da adolescência pela pornografia, e pode gerar um comportamento anormal futuro ou dificuldades de adaptação ao sexo. Já relatamos casos de pacientes que não conseguiam o prazer sexual da relação por penetração, por seus cérebro ter priorizado essa via de prazer da masturbação.
Os jovens são fortemente atraídos pela pornografia pois é uma fase de descobertas, e não há mecanismo mais prazeroso para o homem do que descobrir a nudez feminina! O hábito de olhar o corpo de várias mulheres se torna então estimulante e pode se tornar um vício.
As drogas do prazer sexual são despejadas no cérebro do homem e o prelúdio sexual é iniciado, embora esteja só! Um rapaz pode saber como é sua iniciação sexual, apenas olhando para as revistas; a masturbação se encarrega de oferecer o final da experiência, através do orgasmo.
Mas é justamente no que acontece entre as duas fases que irá determinar os problemas futuros. Períodos prolongados de masturbação exclusiva, podem ensinar ao cérebro que aquela é a única forma de prazer – olhar e auto estimular – e assim as trilhas para o orgasmo são traçadas e priorizadas.
O voyerismo é um desvio sexual, provocado por esse mecanismo, onde a pessoa foi estimulada ao prazer por exclusivamente olhar e se auto-estimular. A pornografia é a grande incentivadora desse desvio sexual.
Pessoalmente conheci um jovem que através da pornografia, se manteve por anos no prazer da masturbação. Após uma palestra ele veio confidenciar que estava com o casamento em perigo, pois não conseguia oferecer prazer a sua jovem esposa, pois a masturbação era a única forma que ele conseguia obter prazer sexual.
Esse tipo de comportamento sexual precisa de acompanhamento de terapeutas (psicólogos), mas a primeira coisa a fazer é eliminar a pornografia e hábitos associados.
E a pornografia para casados? Afinal a pessoa casada já possui a sua vida sexual ativa.
Relatos de casos clínicos ou aconselhamento conjugal, trazem experiências de casais que se envolveram com a pornografia para estimular sua relação sexual, e o resultado é sempre problemático.
O primeiro grande problema ocorre de forma subconsciente, que é a desvalorização do corpo do parceiro; os padrões de beleza que a pornografia usa são ilusórios, e progressivamente o homem e a mulher vão reconhecendo que seu parceiro não é tão atraente.
A própria necessidade de um vídeo ou revistas para ocorrer o estímulo sexual já evidencia uma anormalidade psíquica no comportamento sexual. Seu parceiro deve ser estimulante a você por razões sentimentais; o sexo é o fator que sela uma relação conjugal.
Se nossos sentimentos sexuais estão vinculados ao ator do filme pornográfico, o que podemos esperar dessa relação conjugal?
Acompanhei o casamento de uma jovem senhora por 10 anos; as revistas e filmes pornográficos eram usados em sua relação sexual. Na sua insegurança para manter o marido, ela própria comprava as revistas pornográficas. O marido acabou por abandona-la sozinha com os filhos; o que parecia uma relação conjugal sólida e feliz foi minada por mecanismos que desvincularam as afeições de seu parceiro dela mesma.
É obvio que um casamento não termina somente por causa das revistas pornográficas; mas quando os problemas surgem, e um relacionamento furtivo aparece, somente a solidez dos sentimentos pode impedir a separação.
Já mencionamos que existem situações que preparam a mente de uma pessoa para o adultério. A pornografia é uma dessas experiências que fortalecem sentimentos e desejos que irão se manifestar através do pecado.
Outro relato extraído da literatura de aconselhamento para casais é o caso de um homem que usava a pornografia em vídeos; apesar de sua esposa não aceitar o fato, ela permanecia ao seu lado enquanto assistiam os filmes.
Com o tempo aquele homem não se interessava apenas na pornografia, e passou a assistir vídeos de relações sexuais lésbicas! Sua esposa começou a se interessar por esse tipo de relação sexual, e o abandonou para ficar com sua amiga confidente!
Quero destacar o que aconteceu na mente daquele homem e na mente daquela mulher. O homem foi estimulado por situações sexuais virtuais, onde a relação com sua esposa não mais lhe oferecia prazer; sua estimulação foi crescente até a ponto de optar por assistir relações lésbicas.
Nosso cérebro pode ser estimulado a pontos que desconhecemos; os estímulos sexuais podem ser feitos de tal forma que o prazer sexual normal de uma relação entre homem e mulher, sejam banalizados e a ilusão virtual seja a opção de prazer.
A mulher também foi afetada por aquelas cenas de pornografia lésbica, e sua atenção foi chamada pelo tipo de relação sexual; não sabemos detalhes da história, mas as informações, a estimulação sexual e o mecanismo do prazer que a pornografia oferece, pode alterar nossas opções sexuais.
Ultimamente a pornografia trouxe a relação sexual virtual; as pessoas se estimulam ao digitar textos picantes e íntimos e se auto-estimulam através da masturbação. Nosso mecanismo sexual estimulado pela visão é tão perfeito, que até textos digitados conduzem a uma excitação! As palavras lidas seguem o mesmo caminho para o cérebro e hipotálamo, desencadeando a produção do coquetel de drogas para o sexo.
Percebemos como as sutis novidades deste século se apresentam de forma eficaz; os que se envolvem com esse tipo de contato virtual afirmam que são jogos de prazer ou brincadeiras virtuais, e que não há como consumar tais coisas!
A excitação que se alcança em tais situações é a maior prova de como somos alterados. As mudanças se tornam mais graves pela conceituação que é feita em nosso cérebro, muito semelhante aos vírus de computador que invadem o sistema operacional. Imaginem se os vírus do computador veiculassem as DST também! Teríamos uma epidemia mundial de doenças que só na idade média ocorreu.
Alem de ser algo totalmente impessoal, é mais um mecanismo doentio de se obter prazer! Novamente é a motivação da promiscuidade em ter muitas pessoas para o contato sexual (embora virtualmente). As web-cam irão acelerar a popularidade desse tipo de relação sexual, pois as pessoas poderão se ver e dialogar.
Será uma pornografia muito pessoal, pois as pessoas poderão exibir sua própria nudez.
Não sei se perceberam, mas o pecado tem os seus meios de sofisticação também. Não é por que algo é tecnológico que é saudável; não é por que se trata de uma novidade, é popular e todo mundo está fazendo, que deixa de ser pecado.
Tudo aquilo que deturpa a forma original, pela qual fomos criados, sugere-se como pecado. Pois se trata de ´errar o alvo´(origem da palavra pecado) e estaremos nos desvirtuando da imagem e propósito divinos.
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” Filipenses 4:8.
Por Ivair A. Costa - Palestrante
O Cristão no século XXI
teensdableia@hotmail.com


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