quarta-feira, 1 de maio de 2013
missoes
Este é o último texto do especial sobre a Coreia do Norte, publicado pela Portas Abertas. Saiba mais detalhes sobre esse país que mais do que tudo precisa conhecer o amor, o perdão e a salvação de Jesus"Quando chegamos à Coreia do Norte, eu nem podia acreditar no que os meus olhos estavam vendo. Ali estava eu, no meio do povo pelo qual tinha orado desde os 17 anos. Conhecemos nossos guias turísticos no aeroporto, eram extremamente simpáticos. No caminho para o hotel, nossa principal guia foi nos apresentando Pyongyang. Ela parecia uma garota propaganda da Coreia do Norte, do regime político e principalmente de seus líderes. Por conhecer os outros guias disse a eles: 'Nós somos um grupo de viajantes cristãos, e viemos ao país neste momento porque somos amigos do povo norte-coreano nos bons e maus momentos, viemos para orar pela paz da nação, está tudo bem para vocês?' Eles disseram que sim e respeitaram. Essa oportunidade foi maravilhosa, pois os nossos guias presenciaram muitas de nossas orações e canções. Tudo isso nos foi permitido pelo fato de sermos estrangeiros, no entanto qualquer tentativa de falar com os outros norte-coreanos a respeito de Jesus não seria possível. A liberdade religiosa no país só existe como propaganda para os estrangeiros.
Uma brasileira na Coreia do Norte
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Este é o último texto do especial sobre a Coreia do Norte, publicado pela Portas Abertas. Saiba mais detalhes sobre esse país que mais do que tudo precisa conhecer o amor, o perdão e a salvação de Jesus"Quando chegamos à Coreia do Norte, eu nem podia acreditar no que os meus olhos estavam vendo. Ali estava eu, no meio do povo pelo qual tinha orado desde os 17 anos. Conhecemos nossos guias turísticos no aeroporto, eram extremamente simpáticos. No caminho para o hotel, nossa principal guia foi nos apresentando Pyongyang. Ela parecia uma garota propaganda da Coreia do Norte, do regime político e principalmente de seus líderes. Por conhecer os outros guias disse a eles: 'Nós somos um grupo de viajantes cristãos, e viemos ao país neste momento porque somos amigos do povo norte-coreano nos bons e maus momentos, viemos para orar pela paz da nação, está tudo bem para vocês?' Eles disseram que sim e respeitaram. Essa oportunidade foi maravilhosa, pois os nossos guias presenciaram muitas de nossas orações e canções. Tudo isso nos foi permitido pelo fato de sermos estrangeiros, no entanto qualquer tentativa de falar com os outros norte-coreanos a respeito de Jesus não seria possível. A liberdade religiosa no país só existe como propaganda para os estrangeiros.
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