A censura de materiais religiosos é altamente restritiva no Azerbaijão. Tudo que é produzido e importado para o país (literatura, áudio e vídeo) deve receber uma aprovação especial do Comitê Estadual, que também decide o número de cópias que cada título pode ser impresso ou importado. Em dezembro de 2011, o artigo 167-2 do Código Penal detalhou tal proibição
Conteúdo religioso enviado por e-mail também é verificado e, por vezes, censurado. Eles são, primeiramente, dirigidos à Repartição Internacional, em Baku. Para que o destinatário receba os materiais enviados a ele, precisa que cada título seja aprovado pelo Comitê Estadual.
Sem uma autorização oficial por escrito, nenhum comércio de impressão e fotocópias tem a permissão de reproduzir materiais religiosos (especialmente os que estiverem em azeri, a língua local do Azerbaijão). Fazê-lo ilegalmente é muito arriscado e raramente tal permissão é concedida. Na maioria das vezes, a resposta é negativa, ou não vem.
É comum que o Comitê Estadual realize uma ampla pesquisa em livrarias atrás delivros e publicações que violem as regras de censura, principalmente, no que diz respeito a materiais religiosos. Cada loja precisa de uma licença específica para vender esses materiais. Embora existam algumas lojas que prosseguem sem essa licença, o número tem diminuído significativamente.
A exigência de registro e a censura altamente restritiva torna a vida dos cristãos no Azerbaijão bastante difícil. Oficialmente, existem Cada vez menos igrejas. Mais e mais grupos se encontram no circuito "ilegal", apesar de todas as consequências possíveis (desde confiscos e multas a ataques e detenções). Mas, mesmo com oaumento da pressão, a Igreja continua o seu trabalho e tem crescido lentamente.
FontePortas Abertas EUA
FontePortas Abertas EUA


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